terça-feira, 13 de abril de 2010

Lenda de S. Jorge

Lenda de S. Jorge


Baden Powell sempre comparou os escoteiros de hoje aos bravos cavaleiros de outros tempos, pois os dois se comprometiam voluntariamente, seguindo um Código de Honra ou uma Lei, praticando o bem numa entrega total, e particularmente o serviço aos mais necessitados, protegendo sempre os fracos e oprimidos.

S. Jorge é o único santo cavaleiro, pelo que S. Jorge sempre foi o santo padroeiro dos cavaleiros, sendo também o santo protector de Inglaterra. No entanto existe uma lenda, que mostra os valores que definem um cavaleiro e um escoteiro, a generosidade e a valentia, que são sempre reconhecidos e louvados.

Corria o ano de 303, quando nasceu S. Jorge na zona da Capadócia, onde se situa actualmentea Turquia. Ainda novo alistou-se como Cavaleiro, e graças à sua entrega e esforço se fez notar.

Um dia, em Silene, uma antiga cidade da Libia, soube que diariamente um dos seus habitentes, tirado à sorte, era oferecido a um horrendo dragão que o devorava furiosamente, e só assim era possível acalmar a besta.

Por razão do acaso, nesse mesmo dia da chegada do Santo Cavaleiro,
Cleolinda, a lindíssima e formosa filha do Rei, fora a escolhida para ser sacrificada à besta. S. Jorge como cavaleiro, nunca poderia permitir que uma atrocidade destas tomasse lugar, e ficou extremamente indignado por ninguém tomar uma posição. Nesse mesmo momento S. Jorge prometeu a si mesmo pôr termo à situação, mesmo que isso custasse a sua própria vida.

Rápidamente dirigiu-se a ao pântano onde habitava o dragão. S. Jorge embora intimidado com os urros do dragão, nunca vacilou, e empunhando a sua lança trespassou o dragão com um golpe fulminante! Assim terminava a triste sina da cidade de Silene, assim como a da sua bela princesa, que finalmente fora
salva.

O Rei ficou eufórico ao ver a sua amada filha poupada ao horrível sacrifício, e em forma de agradecimento quis oferecer a mão da princesa ao seu nobre salvador. Mas S. Jorge, prometera perante si e perante Deus, lutar o mal até que este fosse banido da face da terra, recusando assim o tentador convite.
Partiu, mas prometeu voltar assim que a sua jornada terminasse para desposar a linda Cleolinda.

Os Escoteiros do Grupo 230 de Caxias  em tudo se devem assemelhar a S.Jorge: enfrentando as dificuldades e perigos corajosamente, com determinação,empenho e vontade .
S. Jorge é comemorado no dia 23 de Abril. É este o motivo por que os Escoteiros transformaram esta data no «Dia do Escoteiro», um momento cheio de significado para os Escoteiros de todo o mundo, em que estes reafirmam os ideias de fraternidade que enformam o nosso Movimento.


Portanto, neste dia, deves confirmar o Compromisso de Honra que prestastes quando vieste para os Escoteiros, por ser uma maneira prática de provares que és fiel àquela fórmula que, com certeza, já ouviste repetir em diversas ocasiões: uma vez Escoteiro, Escoteiro para sempre . Neste dia, também deves trocar saudações com Escoteiros ou Antigos Escoteiros de todo o mundo.

Normalmente, nesta data, os grupos devem reunir, para assim fazer uma festa de camaradagem. É a altura de, em conjunto, saírem todos à rua, afim de mostrar o júbilo que nos vai na alma e quão grande é o contentamento e a satisfação de sermos Escoteiros.

Se, acaso, não puderes envergar o teu uniforme e reunires-te aos teus companheiros, deves assinalar este dia, através da colocação na tua camisa de uma rosa vermelha – a rosa de S. Jorge.É um dia feliz o Dia do Escoteiro, porque ele traduz a vitória dos ideais de paz de boa vontade entre a gente nova dos quatro cantos do mundo.

S. Jorge é comemorado no dia 23 de Abril. É este o motivo por que os Escoteiros transformaram esta data no «Dia do Escoteiro», um momento cheio de significado para os Escoteiros de todo o mundo, em que estes reafirmam os ideias de fraternidade que enformam o nosso Movimento.


Portanto, neste dia, deves confirmar o Compromisso de Honra que prestastes quando vieste para os Escoteiros, por ser uma maneira prática de provares que és fiel àquela fórmula que, com certeza, já ouviste repetir em diversas ocasiões: uma vez Escoteiro, Escoteiro para sempre . Neste dia, também deves trocar saudações com Escoteiros ou Antigos Escoteiros de todo o mundo.

Normalmente, nesta data, os grupos devem reunir, para assim fazer uma festa de camaradagem. É a altura de, em conjunto, saírem todos à rua, afim de mostrar o júbilo que nos vai na alma e quão grande é o contentamento e a satisfação de sermos Escoteiros.

Se, acaso, não puderes envergar o teu uniforme e reunires-te aos teus companheiros, deves assinalar este dia, atravéz de um pin no teu casaco.É um dia feliz o Dia do Escoteiro, porque ele traduz a vitória dos ideais de paz de boa vontade entre a gente nova dos quatro cantos do mundo.

Trabalho de pesquisa, foi realizado pelo Escoteiro-Chefe de Grupo, António Jorge Barros Cardoso, do Grupo 230 de Caxias da Associação dos Escoteiros de Portugal.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

História do Concelho de Oeiras

História do Concelho


História do Concelho de Oeiras

O clima ameno, a abundância de água, a qualidade dos solos e a posição geográfica privilegiada oferecidas pela zona ribeirinha do estuário do Rio Tejo foram desde a Pré-história factores determinantes para a fixação da população neste local.



Na época das Descobertas instalam-se novas actividades industriais e comerciais e Oeiras assume funções de celeiro de Lisboa e de centro industrial. Surge assim, a Fábrica da Pólvora Negra de Barcarena destinada à manipulação de pólvora e fabrico de armas, e dá-se também a exploração de pedreiras e a construção de fornos de cal em Paço de Arcos.

Constroem-se também fortificações ao longo da orla marítima de modo a defender a costa e controlar o movimento de navios na entrada da Barra do Tejo (Forte de S. Julião da Barra, Forte das Maias, Forte do Catalazete, Forte da Giribita, Forte de S. Bruno, Forte da Conceição de Algés, Forte de S. José de Ribamar, Forte de S. Pedro).



Em Carta Régia de 7 de Junho de 1759, a jurisdição das terras é atribuída pelo rei D. José I ao seu Primeiro-ministro Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido por Marquês de Pombal, que se tornou o primeiro Conde da vila de Oeiras.

Decorrido um mês após a elevação a vila, é constituído o concelho em Carta Régia de 13 de Julho de 1759.

Foi durante a jurisdição do Marquês de Pombal que Oeiras conheceu um desenvolvimento a nível económico e social, ao apostar na inovação e no aproveitamento das condições fornecidas pelo estuário do Tejo.



Em 1770, ordenou a realização da primeira feira agrícola e industrial realizada em Portugal. Apesar desta feira ter permitido um destaque a nível nacional, a sua obra municipal passa igualmente pela criação de um porto de abrigo para pescadores, uma alfândega e feitoria, entre outras obras.



Uma das principais heranças desta época é a Quinta do Marquês de Pombal, que se encontra praticamente na forma original com os jardins, o palácio, as dependências agrícolas (adega e o celeiro), e ainda a parte da exploração agrícola que veio a constituir uma estação agrícola experimental onde hoje se situam alguns dos mais importantes institutos portugueses na área das Bio-Ciências (Estação Agronómica Nacional).



No século XIX a actividade agrícola entra em declínio, paralelamente ao aparecimento de novas indústrias e da inauguração em 1889, da linha de caminho-de-ferro Lisboa-Cascais, com o comboio a vapor.

Surgem as grandes unidades fabris sendo as mais importantes nesta época a Fábrica do Papel, a Fundição de Oeiras, a Lusalite e os Fermentos Holandeses.



Entre os séculos XIX e XX crescem também as actividades de lazer, e Oeiras torna-se num local privilegiado de "banhos" para a elite portuguesa. Assim, no princípio do século XX, as praias da linha eram muito frequentadas, especialmente pelas classes sociais mais altas, que aqui se dirigiam por indicação médica, já que se considerava que o ar e a água das praias do concelho tinham efeitos medicinais.



Com a construção da Estrada Marginal, ligando Lisboa a Cascais, e a disponibilidade dos novos meios de transporte, acentua-se a dinâmica balnear e turística de cariz mais popular.



Até aos anos 80 entra-se numa fase de dependência e ausência de perspectivas, altura em que a Câmara Municipal toma medidas de modo a contrariar esta tendência. A partir de então o município constituiu-se como pólo económico autónomo na Área Metropolitana de Lisboa, apostando no desenvolvimento de actividades terciárias ligadas à Ciência e Investigação e às Tecnologias de Informação e Comunicação.



Actualmente o concelho assume-se como a sede de importantes empresas ligadas às novas tecnologias (são exemplo disso o TagusPark e o LagoasPark) e à prestação de serviços.



Oeiras é um dos concelhos mais desenvolvidos. No seu território encontram-se instaladas muitas multinacionais.

O concelho concentra ainda cerca de 30% da capacidade científica do país, sendo um dos principais pólos de I&D da Europa.

Neste momento o Grupo 230, é o único Grupo da AEP que está no Concelho de Oeiras.

 Este trabalho de pesquisa, foi realizado pelo Escoteiro-Chefe de Grupo, António Jorge Barros Cardoso, do Grupo 230 de Caxias, da Associação dos Escoteiros de Portugal.